Batman vs Superman: A Origem da Justiça

Olá amigos de Praxe, como vão?

Hoje irei falar de um dos filmes mais polêmicos sobre heróis que podemos já ter visto nos últimos anos, se você pensou em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, pois saiba que você acertou. Mas, antes de continuar vamos recapitular como tudo começou, há quase três anos, a Warner Bros. confirmou que faria uma continuação de O Homem de Aço(2013), durante um anúncio na San Diego Comic Con do mesmo ano e que rapidamente atraiu a atenção de todos por confirmar o encontro de Batman e Superman pela primeira vez no cinema. Após o anuncio começou as teorias de como seria seu roteiro, diretor, atores entre vários outros fatores. Com passar do tempo tudo foi se revelando e gerando mais atenção ao filme, alguns exemplos foram ter escalado Ben Affleck como Batman, com fracasso de Demolidor (2003)  foi gerado um fantasma em cima do ator sobre atuar um herói nas telonas e Gal Gadot como Wonder Woman que foi taxada ser muito “despeitada” para atuar a heroína que é simbolo de beleza, bravura e sensualidade. Além dos atores haviam confirmado que Zack Snyder seria o diretor do longa, que por sua vez também tem um fato para não gostarem de sua escolha, seu trabalho em Wacthman (2009) não foi nada aclamado e até mesmo é odiado por legião de fãs até hoje. Muitos odiaram esse elenco logo de cara e acabaram até mesmo antes dos lançamentos oficiais desistindo do filme que teve uma responsabilidade que vai muito além de seu elenco ou os 150 minutos de projeção, pois é a partir dele que todo um cronograma de aproximadamente dez longas-metragens se apoia, mas, também teve quem se apegou a ideia do elenco e do filme e deu todo apoio possível para que o filme se tornasse um sucesso. Conforme o tempo se aproximava para Batman vs Superman lançasse nos cinemas mundiais, mais pessoas secavam de maneira positiva ou negativa o filme gerando a curiosidade de ver algo épico como nunca visto ou de ver mais um longa fracassado que prometia muito e não cumpriu o que foi dito. Valendo lembrar também que o filme foi agendado para lançar no mesmo ano e alguns meses antes de outro que era muito aguardado que é o nosso querido Capitão América: Guerra Civil que também era muito aguardado e vinha recebendo uma aceitação melhor antes de seu lançamento. Agora que coloquei alguns pontos iniciais vou falar mais do filme em si, preparados?


Batman vs. Superman – A origem da justiça segue os acontecimentos de O Homem de Aço, Como já havia ficado claro nos trailers e sinopses divulgados, a batalha de Metrópoles entre Superman e General Zod é o ponto de partida para toda a trama e a obsessiva missão autoimposta do Batman para deter o herói kryptoniano, que ele acredita ser uma ameaça para toda a raça humana. Ao revisitar a destruição da cidade sob a perspectiva de Bruce Wayne e da população da cidade, a sequência lembra o que foi visto nos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em New York. Este é o evento definidor deste universo cinematográfico. Por todo o mundo, buscas são feitas para recuperar artefatos kryptonianos. Outros personagens são introduzidos, dentre eles Alfred Pennyworth, Lex Luthor, Mulher-Maravilha e Apocalypse. O decorrer da história é bem diferente do que de trailers dão a entender. É um filme com abordagem adulta, cuja maior parte do tempo é dedicada a analisar e explorar a identidade civis desses personagens e a repercussão que seres com habilidades especiais teriam em vários aspectos da sociedade, como entretenimento, política e religião.
Em Batman – O Cavaleiro das Trevas, de 1986, o autor Frank Miller criou passagens nas quais programas de televisão e telejornais discutem sobre as ações do Morcego. O mesmo é feito aqui, mas focando no Superman e nas repercussões e análises causadas em todo o mundo a cada aparição dele. A produção chega a usar famosos analistas políticos, cientistas e jornalistas para reforçar o impacto das mensagens.
O mesmo acontece em outras esferas da sociedade. Políticos estão preocupados e iniciam vários debates sobre o tema, inclusive convocando o herói ao Capitólio dos Estados Unidos, para prestar esclarecimentos, numa sequência com desfecho surpreendente.
No meio de toda essa superexposição, Clark Kent começa a ter dúvidas sobre seu verdadeiro papel no mundo.
E se os fãs estavam preocupados em ver o Batman se sobressair em detrimento do Superman, isso não acontece. O Último Filho de Krypton é a força motriz da trama e os personagens coadjuvantes são praticamente todos de sua mitologia. A julgar pelo final, ele terá também grande destaque em Liga da Justiça.
Mas, claro, Batman tem bastante tempo de tela, uma vez que um personagem tão importante precisava ser reapresentado nesta nova versão. Assim, se vê novamente a origem, com o assassinato dos pais, pequenas dicas sobre sua carreira de combate ao crime e como tudo isso o tornou um homem mais cínico e violento. A sua aparição inicial lembra um filme de terror.


Como se não bastasse os dois heróis se enfrentarem, outra ligação é feita pelo roteiro. A boa sacada de usar a similaridade nos nomes das mães dos personagens – Martha Kent e Martha Wayne – tem grande importância. Infelizmente, no final das contas, o embate entre ambos acabou sendo curto depois de tanta expectativa. O mordomo Alfred Pennyworth é o único outro personagem ligado ao Cavaleiro das Trevas a aparecer, numa versão um pouco diferente das anteriores. Aqui, ele ajuda a desenvolver equipamentos e colabora com missões. Normalmente em tom sarcástico, tenta ser a voz da razão para a conturbada mente de Bruce.
Já Lex Luthor tem participação decisiva ao manipular os acontecimentos que levarão ao confronto dos dois heróis, além da criação do monstro Apocalypse. Esta reimaginação do vilão, interpretada por Jesse Eisenberg, é bastante diferente do que foi visto anteriormente e também das encarnações dos quadrinhos. Enquanto o ator tem um bom desempenho no papel que lhe foi dado, talvez cause estranheza, principalmente dos fãs de quadrinhos, por misturar elementos do homem de negócios com o cientista maluco, acompanhado por uma personalidade psicótica e desequilibrada que às vezes parece a do Coringa. Entretanto, é interessante ver como Luthor estava consciente da existência de outros meta-humanos e pesquisava sobre o assunto, um passo à frente de todos os outros, inclusive Batman, cego pela sua obsessão pelo Superman.

Os outros meta-humanos mencionados são Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Cyborg. Enquanto os dois últimos têm rápidas aparições, o Flash surge numa segunda cena, que lembra muito uma passagem similar da saga Crise nas Infinitas Terras, para entregar um recado ao Batman. A Mulher-Maravilha, entretanto, tem uma participação maior, Gal Gadot convence sempre que está em cena. Todo o elenco, aliás, tem boas performances. Principalmente Ben Affleck, que se provou capaz de viver o personagem tanto como Bruce Wayne quanto Batman, mostrando que as reações explosivas ao seu anúncio no elenco na internet foram exageradas. Outras passagens que merecem citações são as referências ao vilão Darkseid e à Caixa Materna (uma espécie de computador vivo), famoso artefato do Universo DC usado também pelos Novos Deuses. Os dois serão importantes em futuros filmes.


Enfim, dentro das duas horas e meia o filme aborda tudo isso e mais um pouco, dando as vezes um certo cansaço conforme você vai assistindo, isso gera alguns problemas no entender do filme, alguns cortes de cenas que foram feitos deixa o resultado final confuso, as transições do filme são abruptas que acaba derrubando a narrativa do filme. Nesses momentos temos que tentar entender por sí só como tudo chegou até lá o que atrapalha nossa atenção no filme. Atualmente foi lançado a versão estendida em Blu-ray que acrescenta mais 40 minutos de filme dizendo que corrigi esses erros na adaptação feita ao cinema, muitos que viram essa versão elogiaram e até mesmo pediram desculpas a Zack Snyder dizendo que ele é um visionário. Infelizmente não consegui ver ainda está versão, mas prometo fazer uma resenha rápida sobre o assunto quando ver. Bom, para terminar minha longa analogia, assim como outros filmes, Batman vs Superman, apresenta muitos pontos positivos que podem até mesmo ser visto por sua bilheteria que arrecadou em torno de US$ 872,662,631 Milhões, faltando pouco para o tão almejado US$ 1 bilhão de bilheteria. Mesmo assim para um filme que inicia um universo cinematográfico da DC acho que se saiu muito bem, os pontos fracos já foram citados mais acima que peca mais na parte de preparar o filme para o publico. Ao meu ver esse universo que está sendo montado pela Warner e DC será muito forte no futuro onde seus filmes estarão mais maduros junto ao seus personagem e terão mais experiência em fazer os filmes, meu decreto final é simples, apesar de tudo que acontece no longa eu gostei muito de Batman vs Superman, adorei Ben Affleck como Batman e sou suspeito dizer que ele é um dos melhores Batman's que temos nos cinemas ganhando tanto em atuação quanto em figurino. Henry Cavill como Superman para mim ainda é um papel a ser trabalhado e com toda certeza será muito bom no futuro e sobre a Gal Gadot como Wonder Woman nem vou dizer por que estou apaixonado por ela, isso mesmo, me apaixonei por ela e não nego. O filme é bom e compensa ver para ficar inteirado no futuro dos novos filmes que estão por vir. VEJAM E SE DIVIRTAM. Espero que tenham gostado e até a próxima.

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3 comentários:

  1. Fiquei interessada em ver esse filme pela curiosidade de ver o que fizeram com ele, o que a galera estava falando e etc. Não sou muito de ver esses filmes de heróis e fico boiando em muita coisa. Mas seria interessante assistir.
    Acho que iria gostar mais desse Batman do Ben. Nunca fui muito com a cara desse personagem, mas sei lá, o dele está parecendo legal mesmo. Talvez o melhor...
    É um bom filme para divertir e já saber o que esperar desses próximos que estão por vir.
    Mas confesso que estou ansiosa é para assistir o filme da Wonder Woman. Só pelo trailer já parece incrível.

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    1. Olá Cristiane, devo confessar que concordo com tudo que vc falou e penso q o nossa musa da DC tem o potencial de ser o melhor é ainda apoio a idéia de filmes de heroínas q já faz tempo q não tem, o batman de Ben affleck para mim é o melhor q tem no cinema pela fidelidade com o quadrinho.

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    2. Olá Cristiane, devo confessar que concordo com tudo que vc falou e penso q o nossa musa da DC tem o potencial de ser o melhor é ainda apoio a idéia de filmes de heroínas q já faz tempo q não tem, o batman de Ben affleck para mim é o melhor q tem no cinema pela fidelidade com o quadrinho.

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